A salvação do jornalismo está no Twitter? Não sei, mas quem está ligado no serviço de microblogging soube antes do tremor sentido em São Paulo na noite desta terça-feira.
O Corpo de Bombeiros confirmaria as informações alguns minutos depois. Os portais entraram às 21h16 (com o G1). A FOL foi mais tarde, com um urgente na capa. Às 21h18, a Bandnews levou a história para o ar. Às 21h23, entrou a Globo News.
Foram só alguns minutos de diferença, mas que o pessoal do Twitter foi mais rápido, ah, isso foi.
Dá pra confiar no conteúdo produzido por ‘amadores’ na internet? O crowdsorcing é uma boa idéia? Afinal, o ‘profissional’ da cultura está mesmo sendo prejudicado pela ‘invasão’ do conteúdo produzido pelo cidadão comum?
Se essas perguntas te interessam, taí uma dica de um bom documentário (parcial, incompleto, mas ainda assim necessário) sobre a suposta ‘disputa’ entre amadores e profissionais na internet (há, sim, a possibilidade de coexistência). São 48 minutos, um pé no saco, mas já existe uma versão resumida (1min30) feita pelo pessoal da Valleywag, a ‘revista Caras do Vale do Silício’.
Sem motivo algum, completamente aleatório. Assim como esse blog sumiu, ele volta. Do nada. Esperem novos posts em breve. Por enquanto, uma música que, também sem motivo algum, ‘grudou’. Sempre uma boa oportunidade para mostrar um bom site de música, o Deezer. O que me lembra o AudioCafe, de Andrew Keen, um sujeito que sabe das coisas. O resumo: profissional é profissional, amador é amador.
Não é novo, mas é curioso. O Sermo é uma “rede social” para o pessoal do jaleco branco discutir casos bizarros. Só médicos norte-americanos podem se cadastrar, mas há áreas abertas para quem adora ter uma doença nova ou apenas gosta de brincar de Dr. House.
Melhor que isso, espero, só quando a portabilidade dos registros médicos for real. Promessa do Google Health.