Back from the dead
Eu tinha só saído para comprar cigarros. Mas tô na área de novo.
Eu tinha só saído para comprar cigarros. Mas tô na área de novo.
Cobertura completa da última noite de Hillary no blog ao vivo do G1.

Falta do que fazer, senso de humor óbvio, ‘créu velocidade 1′ em Photoshop e um tédio em relação ao pleito paulistano. Saiu isso aí.
Inspiração óbvia: capa da Time, via Sérgio D’Ávila.
PS: Tem um sujeito que eu suspeito que esteja de sacanagem comigo que diz que o post precisa de legenda. É sério? Bom, então vai em forma de disclaimer. A disputa ‘fratricida’ lá dos EUA não lembra, em absolutamente nada, o possível enfrentamento entre os ‘aliados’ daqui de São Paulo. É mero devaneio e falta do que fazer.
Estou vendo demais, ou tem algo estranho nos reflexos das lentes do óculos escuro do vice-presidente?

Do site da Casa Branca, cortesia do StumbleUpon.
O Wall Street Journal trouxe à tona, ontem, o maior sinal de que o republicano John McCain vai ganhar as eleições de novembro nos EUA. Em 1957, ele caiu na gandaia no Rio de Janeiro e deixou um coração partido por aqui. E, pra mandar bem por lá, tem que ter esqueleto no armário.
No Rio, o futuro herói de guerra bebeu todas, aprontou em boates e passou todas as noites acordado. Arrumou uma cabrocha, se apaixonou. Teriam até trocado cartinhas… Vale tudo pra manter o “contato” com uma modelo, até se fingir de Romeu.
O próprio senador admitiu tudo em sua biografia, “Faith of My Fathers”, de 1999. Mesmo requentado, não há nada como um escândalo sexual para agitar as coisas. Como o tempo não é linear, já tem gente apostando que a modelo misteriosa é a Gisele Bündchen.
McCain tem história…
Via Gawker.
Mike Gravel não teve tempo nem de entrar na principal lista de pré-candidatos. É o Ron Paul que não deu certo.
Mais na CNN.
A Slate tentou medir, objetivamente, o impacto de um dos múltiplos fenômenos da campanha eleitoral ‘2.0′ nas primárias americanas: a belíssima Amber Lee Ettinger, conhecida como ObamaGirl.
A revista pegou 440 eleitores e avaliou suas reações frente ao último clipe da garota postado no YouTube. O resultado é que, segundo o estudo, a iniciativa amadorística mais prejudica do que ajuda a campanha do postulante à candidatura democrata.
É mais uma para a conta do “internauta cidadão”… A candidatura de Ron Paul, que dominou Digg, YouTube, Del.icio.us, Wikipedia, Technorati e praticamente todo o mundo do technobabble “antenado”, decolou como uma âncora.
Confiram o vídeo abaixo.
Tá no New York Post de hoje. Podem chamar o diário de sensacionalista, mas isso é jornalismo.
PS: Um detalhe é a tatuagem da moça, um ‘x’ na mão direita. Ela é ’straight edge’? Pelo menos na minha época de pseudo-punk, as regras eram as seguintes: sem carne, sem bebida e sem sexo. Liberaram sexo por dinheiro?