Assunto repetido, mas às vezes é necessário enfrentar um Auto-de-Fé.
Para Kerouac, Deus era a Ursa Maior. Para alguns nerds de hoje (sim, Kerouac era nerd. O cara colou rolos de teletipo para não ter que trocar o papel na máquina de escrever, inventando o primeiro Kindle do mundo), a divindade pode ser vista em um emaranhado de macarrão flutuante.
Parece post pago, mas é apenas uma desculpa para usar essa imagem que vi hoje. Segundo o Found Shit (sério, sou leitor de um blog com esse nome. Já você, que é um cara inteligente, acompanha o 8 bits e meio), Coca-Cola direto nas narinas seria um tratamento alternativo contra sinusite. Se tem gente que acredita em cromoterapia…
Outra utilidade para a Coca-Cola, líquido negro sagrado entregue a John Pemberton pelos deuses:
O padre ganhou até seu próprio blog no Wordpress e microblog no Twitter. Nada contra, mas dá para ser mais “plugado”. Inspirado no LULALOL, fiz uma tentativa de humor (sádico):
Segundo o pesquisador Phil Ford, essa é a música mais insuportável da história. Ouça (ou não) a obra dos compositores russos Komar e Melamid antes que tirem do ar – peguei o link do boingboing, é bem capaz que o servidor não suporte.
The most unwanted music is over 25 minutes long, veers wildly between loud and quiet sections, between fast and slow tempos, and features timbres of extremely high and low pitch, with each dichotomy presented in abrupt transition. The most unwanted orchestra was determined to be large, and features the accordion and bagpipe (which tie at 13% as the most unwanted instrument), banjo, flute, tuba, harp, organ, synthesizer (the only instrument that appears in both the most wanted and most unwanted ensembles). An operatic soprano raps and sings atonal music, advertising jingles, political slogans, and “elevator” music, and a children’s choir sings jingles and holiday songs. The most unwanted subjects for lyrics are cowboys and holidays, and the most unwanted listening circumstances are involuntary exposure to commercials and elevator music. Therefore, it can be shown that if there is no covariance–someone who dislikes bagpipes is as likely to hate elevator music as someone who despises the organ, for example–fewer than 200 individuals of the world’s total population would enjoy this piece.
Well damn….it turns out I’m one of them.
Hiphop tuba plus a soprano rapping about the Old West — what’s not to like? You can listen to it here.