Carrie Fisher ‘conta tudo’? Não, o The Sun conseguiu traduzir a ‘putaria das celebridades’ para o público de ‘Star Wars’. A atriz, que vivia a princesa Leia, diz ter tido um caso com Harrison Ford, o então ‘futuro galã’ responsável pelo papel do verdadeiro herói dessa bagaça, Han Solo.
A chamada dos limeys é ótima (só não é a melhor manchete que li hoje graças ao grande Madu, que chamou a atenção para uma obra de arte). Não precisa nem traduzir, mesmo para quem não curte ‘Star Wars’.

Ah, a fantasia sexual mais cliché do mundo geek…
É óbvio que nós, nerds, curtimos churrasco. Desde que, é claro, a tábua de cortar carne seja uma homenagem aos alienígenas do clássico fliperama Space Invaders.

Do boingboing.
Não vou falar muito sobre o novo jogo da série Grand Theft Auto. Basta citar o que já foi dito.
New York Times: Grand Theft Auto IV is a violent, intelligent, profane, endearing, obnoxious, sly, richly textured and thoroughly compelling work of cultural satire disguised as fun. (…) Grand Theft Auto IV is such a simultaneously adoring and insightful take on modern America that it almost had to come from somewhere else.
IGN: Every facet of Rockstar’s new masterpiece is worthy of applause. Without question, Grand Theft Auto IV is the best game since Legend of Zelda: Ocarina of Time. (…) Grand Theft Auto IV is a GTA game through and through, but its execution is so epic and fantastic that you can’t help but be in awe at the fact that it has come together as well as it has. (…) Characters have reasons for doing what they do, and it’s apparent that they also have morals and inner demons as well. The cast plays perfectly into a fascinating story that is not only is easily the best of the franchise, but one of the best you’ll find in gaming anytime soon.
Guardian: GTA IV is a fantastic achievement that mixes the traditional free-roaming play and character-driven story with the most realistic virtual environment ever created. It even has an emotional side – relationships are more important than ever – though traditionalists needn’t worry.
Game Informer: I now know how film critics felt after screening “The Godfather.” It’s been days since Grand Theft Auto IV’s credits rolled, yet I can’t seem to construct a coherent thought without my mind wandering off into a daydream about the game. I just want to drop everything in my life so I can play it again. Experience it again. Live it again. (…) Grand Theft Auto IV doesn’t just raise the bar for the storied franchise; it completely changes the landscape of gaming. Once you play it, you won’t look at video games the same way again.
Slate: What makes Grand Theft Auto IV so compelling is that, unlike so many video games, it made me reflect on all of the disturbing things I had done. (…) The reputation of the series might be too far gone for nongamers and politicians to appreciate the depth and richness of this amazing game. But Grand Theft Auto IV is not an orgy of death. It’s a living, breathing place—and when you’re forced to kill, it’s nothing to celebrate.
Falta do que fazer, senso de humor óbvio, ‘créu velocidade 1′ em Photoshop e um tédio em relação ao pleito paulistano. Saiu isso aí.
Inspiração óbvia: capa da Time, via Sérgio D’Ávila.
PS: Tem um sujeito que eu suspeito que esteja de sacanagem comigo que diz que o post precisa de legenda. É sério? Bom, então vai em forma de disclaimer. A disputa ‘fratricida’ lá dos EUA não lembra, em absolutamente nada, o possível enfrentamento entre os ‘aliados’ daqui de São Paulo. É mero devaneio e falta do que fazer.
O padre Adelir de Carli colocou o Brasil no mapa dos ‘buzzes’ internéticos. Saiu no Neatorama e no Gizmodo, e foi parar na primeira página do Digg. E, graças à amiga MJ, de Carli concorre ao Darwin Awards (mas há controvérsias).
O padre ganhou até seu próprio blog no Wordpress e microblog no Twitter. Nada contra, mas dá para ser mais “plugado”. Inspirado no LULALOL, fiz uma tentativa de humor (sádico):

Uma homenagem ao FAIL blog.
A salvação do jornalismo está no Twitter? Não sei, mas quem está ligado no serviço de microblogging soube antes do tremor sentido em São Paulo na noite desta terça-feira.
Essas são algumas mensagens deixadas no serviço por volta das 21h.
O Corpo de Bombeiros confirmaria as informações alguns minutos depois. Os portais entraram às 21h16 (com o G1). A FOL foi mais tarde, com um urgente na capa. Às 21h18, a Bandnews levou a história para o ar. Às 21h23, entrou a Globo News.
Foram só alguns minutos de diferença, mas que o pessoal do Twitter foi mais rápido, ah, isso foi.
PS: Vale ler o blog do Henrique Martin, que também postou sobre o terremoto.
A Encyclopaedia Britannica liberou o uso de parte de seu conteúdo como ‘widgets’ para blogs e páginas ‘2.0′ como iGoogle e Netvibes. Difícil competir contra a monocultura da Wikipedia, mas vale dar uma olhada.
Via Mashable.
Notícia quente para os poucos – por enquanto – brasileiros que curtem beisebol. O paulistano Jo Matumoto foi promovido nesta sexta-feira para a liga ‘AAA’ dos Estados Unidos. É a última etapa antes da Major League Baseball.
Jo, aos 37 anos, vai jogar no Syracuse Chiefs, time que forma atletas para o Toronto Blue Jays, bicampeão “mundial” em 1992 e 1993 (já vi essa frase antes, sem as aspas).
O pitcher do Jardim da Saúde já jogou com os caras das “grandes ligas” durante os jogos-treino da primavera de 2007. Agora, terá uma boa chance de ser o primeiro brasileiro a participar da temporada oficial da MLB.
Também vale ler uma reportagem de fevereiro de 2007 sobre a chegada do arremessador brasileiro aos EUA, publicada no site oficial da MLB.
Que coisa… Reportagem do Telegraph fala sobre os termos nerds que estão entrando no linguajar mundial. O RLY? Que novidade.
O léxico listado pelos noobs do Telegraph é fraco demais. Geek que é geek sabe tudo aquilo e mais o que está ali no blog da Wired. Quem é 1337, ao menos.
PS: ‘Nerdic’ NÃO é um termo reconhecido.