'Wake up, fool': o milagre de um ídolo da infância
Mr. T é foda. Ele era o 'B.A.' do 'Esquadrão Classe A'. Ele espancou o Rocky quando viveu o Clubber Lang. E, na linguagem dos memes internéticos, é o único ser vivo capaz de fazer Chuck Norris chorar.
Um excelente post do blog Popped Culture reúne alguns exemplos de adaptações da 'Última ceia' de Leonardo da Vinci, mas com personagens da chamada 'cultura pop'.
A Slate tentou medir, objetivamente, o impacto de um dos múltiplos fenômenos da campanha eleitoral '2.0' nas primárias americanas: a belíssima Amber Lee Ettinger, conhecida como ObamaGirl.
A revista pegou 440 eleitores e avaliou suas reações frente ao último clipe da garota postado no YouTube. O resultado é que, segundo o estudo, a iniciativa amadorística mais prejudica do que ajuda a campanha do postulante à candidatura democrata.
É mais uma para a conta do "internauta cidadão"... A candidatura de Ron Paul, que dominou Digg, YouTube, Del.icio.us, Wikipedia, Technorati e praticamente todo o mundo do technobabble "antenado", decolou como uma âncora.
Sem motivo algum, completamente aleatório. Assim como esse blog sumiu, ele volta. Do nada. Esperem novos posts em breve. Por enquanto, uma música que, também sem motivo algum, 'grudou'. Sempre uma boa oportunidade para mostrar um bom site de música, o Deezer. O que me lembra o AudioCafe, de Andrew Keen, um sujeito que sabe das coisas. O resumo: profissional é profissional, amador é amador.
Seguridade social, remédios para todos, xarope de maple, duas línguas, Terrance and Phillip e uma perna sempre fora do chão: é o 'créu' dos manos québécoises.
Tá no New York Post de hoje. Podem chamar o diário de sensacionalista, mas isso é jornalismo.
PS: Um detalhe é a tatuagem da moça, um 'x' na mão direita. Ela é 'straight edge'? Pelo menos na minha época de pseudo-punk, as regras eram as seguintes: sem carne, sem bebida e sem sexo. Liberaram sexo por dinheiro?
O blog da revista Wired chama a atenção para um documentário curioso que estreou no festival alternativo South by Southwest 2008.
Super High Me, do comediante Doug Benson, é uma paródia da tal 'dieta do palhaço' de Morgan Spurlock, que só se alimentou na rede de lanchonetes McDonald's por 30 dias. Benson, por sua vez, fica um mês fumando toda a maconha que é capaz de encontrar.
Os recursos de narração são os mesmos. Assim como Spurlock, Benson procura um acompanhamento médico para tentar verificar se a maratona está ou não detonando seu corpo. Ele também vai atrás de maconheiros ilustres: é mais 'in' comentar o consumo de cannabis do que admitir comer em fast foods diariamente.
É um tanto 'Cheech and Chong', mas espera causar alguma polêmica. Ainda mais por conta dos resultados finais: na comparação entre os exames feitos antes e depois do mês canábico, "Benson performed better on his SATs, showed an increased sperm count and an increased psychic ability."
When you ain't got nothin', you got nothin' to lose
Para quem criticou o show do Bob Dylan desta quarta-feira em São Paulo:
1) Dylan não toca as músicas no mesmo 'ritmo' que elas estão gravadas no disco. Isso já é sabido. Quer cantar junto? Vá ao karaokê.
2) Aquele show que você viu em DVD nunca mais será repetido. Acha sensacional aquele Dylan dos tempos da Rolling Thunder Revue? Pegue o DVD e assista de novo. Não estamos mais nos anos 70.
3) A voz está rouca, sim. Experimente fumar 5 maços de cigarro por dia por cinqüenta anos pra ver o que acontece. Não gosta? Edson Cordeiro continua fazendo shows, e aposto que o ingresso está mais barato.
Ele já havia avisado. Somos tão imbecis que somos capazes de pagar até R$ 900 para vermos alguém nos chamar de idiotas. E, pasmem, como não acreditar que vale a pena?
Idiot wind, blowing through the buttons of our coats, Blowing through the letters that we wrote. Idiot wind, blowing through the dust upon our shelves, We're idiots, babe. It's a wonder we can even feed ourselves