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Azerbaijão faz hotel ‘inspirado’ na Estrela da Morte
Enquanto o planeta-assassino criado pelo império era comandado por Darth Vader, este estranho hotel de 158 metros de altura e mais de 35 andares terá a gestão do ex-gerente de supermercados Chad Vader, parente mais sombrio e humano do lorde dos Sith.

Pros “fãs” de Star Wars que não conhecem Chad Vader, segue um vídeo. E é “fã” entre aspas mesmo. Não conhecer Chad é um pecado mais mortal do que admirar a “outra série espacial”, aquela do cara estranho das orelhas pontudas.
Do Skycraper News.
Garfield, sem Garfield, vira tirinha esquizofrênica

Garfield, quem diria, não é uma tirinha engraçada sobre um gato que atormenta seu dono. O blog garfield minus garfield transformou as tirinhas em algo mais plausível – é fácil, basta tirar o gato falante -, e o resultado é uma seqüência de crônicas sobre esquizofrenia, transtorno bipolar e o desespero frente ao vazio da vida moderna.

Faz sentido. Nas palavras do autor do blog, John Arbuckle expõe sua mente torturada “pela solidão e pelo vício em meta-anfetaminas”. Sempre pensei algo parecido em relação ao Calvin, de Bill Watterson. Aquele tigre não engana ninguém, e o moleque está é no limite de uma overdose de ritalina e xarope para tosse. Quem se habilita a tocar o projeto ‘calvin minus hobbes’?
Space Invaders, o clássico, feito com humanos
Como bradou Charlton ‘NRA’ Heston em ‘Soylent Green‘, os monstros alienígenas dessa recriação do clássico fliperama Space Invaders são compostos por pessoas. A heróica nave que protege o planeta Terra da invasão, também.
Direto do pessoal do projeto Game Over, o mesmo do Human Tetris. Via Likecool.
Mil maneiras de abrir uma cerveja
Esse blog alemão antigo é uma sugestão do Likecool.

Leia mais na tradução automática do Google para o inglês ou na versão original em alemão.
‘House’ 2.0: médicos e hipocondríacos online
Não é novo, mas é curioso. O Sermo é uma “rede social” para o pessoal do jaleco branco discutir casos bizarros. Só médicos norte-americanos podem se cadastrar, mas há áreas abertas para quem adora ter uma doença nova ou apenas gosta de brincar de Dr. House.
Melhor que isso, espero, só quando a portabilidade dos registros médicos for real. Promessa do Google Health.
Via ReadWriteWeb.
Han Solo na mesa, cerveja no R2-D2
Uma coleção de trambolhos sensacionais de Star Wars.
A mesa: mais nerd, impossível. Ou melhor… dá pra transformar em casemod?O barril de cerveja: encomendado.

Um projeto de Tom Spina. Via Likecool.

Um projeto de amoebabloke, no devianART. Via Boing Boing, via Gizmodo.
Um computador para enxergar o mundo
Use como um ‘filtro’ para consultar o que o Google, a Wikipedia e afins sabem sobre o que você está vendo. É só uma idéia. Eu compraria agora. O pessoal do Gizmodo também.Do PetitInvention. Via Gizmodo, via Yanko Design.
Se ‘virasse’ Hillary, Obama seria obrigado a desistir?
Obama levou dez em seguida. Hillary não é obrigada a desistir. Só desejar que ele ganhe não é suficiente para acabar com o jogo.
Já para Eugene Robinson, no Washington Post, a resistência de Hillary não faz sentido.
O melhor do texto, no entanto, é a explicação (pouco profunda, mas correta) do sucesso do “Yes, We Can”.
‘When Obama began mesmerizing voters with his simple but powerful message — change, hope, empowerment — Clinton’s pollster-guru, Mark Penn, responded with slogan after slogan that sought to marry the words “change” or “hope” with Clinton’s basic theme of “experience.”
‘(…) To this day, I’m not sure the Clinton campaign understands that no focus-group-tested slogan is going to have the elemental resonance of “Yes, we can” (Obama’s homage to César Chávez) or “Change the world.” Hasn’t anybody on the Clinton team ever read Joseph Campbell on the power of mythic narrative?’


